sexta-feira, 16 de setembro de 2016

História Concisa do Brasil

BORIS FAUSTO

Os pressupostos básicos deste livro são a convicção de que é possível levar ao conhecimento de um público amplo uma história escrita em linguagem acessível, sem perda da qualidade analítica, e que buscar conhecer e interpretar o passado é condição in dispensável para o cidadão situar-se no presente e avaliar as possibilidades e limites do futuro. A obra não é um simples resumo da História do Brasil, publicada na Coleção Didática da Edusp, embora mantenha a estrutura básica daquela. Boris Fausto consegue aqui tornar compreensíveis as linhas principais da história brasileira, cumprindo a tarefa de forma sintética e apresentando dados estatísticos atualizados. Esta nova edição atualizada e ampliada conta com o acréscimo de um capítulo final de autoria do sociólogo Sérgio Fausto, abrangendo um balanço dos anos recentes, que vai até o final de 2010, e trazendo perspectivas de futuro. 

indicação de livro sobre a História do Brasil de Boris Fausto

Cobrindo um período de mais de quinhentos anos, desde as raízes da colonização portuguesa até nossos dias, Boris Fausto narra aqui os fatos mais importantes da história brasileira. Ao analisar minuciosamente as grandes linhas de força que indicam o sentido de nossa formação, o autor detém-se no estudo de instituições fundamentais, como o sistema colonial, o sistema escravista e os regimes autoritários do século XX. Enfatiza as práticas sociopolíticas, sem deixar de enfrentar questões polêmicas, como as razões do abandono da escravidão dos índios pelos portugueses e a opção pelos africanos; a manutenção da unidade territorial brasileira em contraposição à fragmentação das colônias espanholas ou, ainda, a difícil transição do regime autoritário para o democrático, nas últimas décadas. Esta nova edição contém uma atualização histórica, de autoria do sociólogo Sérgio Fausto, abrangendo o período que vai do fim da presidência de José Sarney (1990) aos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2009).

sábado, 10 de setembro de 2016

     Livro: A História do Catolicismo

 

 O Livro: A História do Catolicismo, de Michael Kerrigan e Mary Frances Bukzik, traça a História da Igreja Católica a partir das primeiras comunidades cristãs do século I, passando pela consolidação dos dogmas da Igreja, até sua ação no século XXI.

 

 

O livro foi lançado em 2016 e contém 232 páginas. Ao ler, você vai conferir
  • A história dos padres que fundaram a Igreja Católica, as heresias medievais que foram duramente combatidas e os Papas que contribuíram para exaltar ou denegrir a imagem da igreja.
  • Uma linha do tempo completa com os principais fatos relacionados à História do Cristianismo e a História da Igreja Católica, do século I ao século XXI.
  • O livro está dividido em duas partes: a primeira parte trata da cronologia da História da Igreja Católica; a segunda parte trata dos dogmas, rituais e a influência da Igreja no mundo.

1492 A Conquista do Paraíso Dublado HD (Conquest Of Paradise)



1492 - A Conquista do Paraíso é um filme de aventura/drama épico europeu
de 1992 dirigido por Ridley Scott e escrito por Roselyne Bosch, que
conta a história da descoberta do Novo Mundo pelo explorador genovês
Cristóvão Colombo (Gérard Depardieu) e o efeito que isso teve sobre os
povos ameríndios.

O filme foi lançado pela Paramount para celebrar o 500º aniversário da viagem de Colombo.

O
filme narra a história do navegador genovês Cristovão Colombo. Além de
contar os fatos marcantes do descobrimento da América, o diretor mostra
Colombo como alguém que está realizando algo grandioso, cumprindo um
ritual digno de herói, com um final inusitado. Como, se ele terminou
esquecido e foi seu filho que escrevendo uma biografia coloca seu pai no
seu verdadeiro lugar na história.

1492 A Conquista do Paraíso (versão editada para uso em sala de aula)

Filmes Históricos

Idade Moderna

1492 - 1492 - A Conquista do Paraíso

 O Filme 1492, A conquista do Paraíso é um longa metragem de aventura épico que foi produzido em 1992, com direção de Ridley Scott, que estudou fotografia no “Royal Colleg of Art” colégio este onde ajudou a estabelecer um departamento cinematográfico na década de 60. Após de terminado a graduação, conseguiu um curso na BBC, onde o levou a trabalhar com seriados televisivos mais tarde, criou uma empresa de publicidade onde ficou por um tempo, até partir para Hollywood onde produziu e realizou alguns filmes de grande êxito, como Alien, o oitavo Passageiro; Blade Rummer, o caçador de Andróides; Thelma e Loise; Até o Limite da Honra; Gladiador; Hannibal; Falcão Negro em Perigo; Rede de Mentiras e por  último, Robin Hood.


Scott recebeu três vezes indicações ao Oscar de melhor diretor, e outras muitas indicações por suas obras; ganhou prêmios em Cannes, por seu trabalho em Os Duelistas e ganhou também o premio Michael Balcon, no BAFTA. É reconhecido por ter seu estilo visual e por sua versatilidade em dirigir diversos temas, o que acabou influenciando muitos posteriores a ele. Seu último trabalho foi Robin Hood.
O objetivo deste trabalho é abordar de que forma foi feita a ocupação, da América pelos espanhóis e como se deu o processo de colonização do índio.
Cristóvão Colombo, que queria provar que poderia chegar a Índia pelo ocidente, e assim buscar uma nova rota para o comércio de especiarias na Índia, procurava então ter uma audiência com a rainha para conseguir dinheiro e assim poder explorar as novas terras. Tal  viagem tinha como objetivo  chegar a Catai, na China.
Antes disso ele vai a Universidade de Salamanca comprovar aos estudiosos que poderia se chegar à Índia por uma nova rota pelo ocidente, onde ficou aguardando uma resposta da universidade, para saber se apoiaria Colombo em sua tese de ir para a china pelo oeste.
Nesse momento, a Europa passa por uma forte inquisição aos hereges A igreja tinha influência sobre os estados, e queimava os hereges em praça pública Colombo, de volta ao mosteiro o qual se abrigava recebe a notícia da Universidade dizendo que não será possível,
Ajuda-lo sobre a confirmação da nova rota. Colombo se descontrola, e por causa disso, vai pagar penitência, durante sua pena ele recebe a visita de Martin Afonso Pinzon, o qual leva a Colombo um  banqueiro e diz que conseguirá uma audiência com a rainha.
Eles chegam a Granada no dia em que os cristãos tomam a cidade dos Mouros. A audiência com a rainha ocorre com influência do nobre Sanchez que faz com que ela conceda o apoio junto  com o banqueiro a fazer a viagem rumo a China pelo ocidente.
Antes de partir, Colombo assina um documento com os chamados reis católicos (Fernando de Aragão e Izabel de Costela) que concedia a Colombo os títulos e cargos de almirante, vice rei, governador e capitão geral de todas as terras e ilhas que descobrisse. Esses títulos eram vitalícios e hereditários, tudo isso foi dado ao genovês Cristóvão Colombo no caso de descoberta de novas terras.
No dia 3 de agosto de 1492 parte do porto de Palos três naus, Santa Maria, Pinta e Ninã cuja missão  era chegar a Catai, na China. Antes de partir, Colombo confessa a um padre que não tinha certeza se iria chegar no tempo que previa. Como o padre estava sobre juramento, ele não poderia contar a ninguém o que  Colombo o tinha confessado.
Assim, Colombo inicia a viagem junto com seu colega Pizon. Num certo momento os marujos acreditam que não iam chegar em terras tão cedo, começa então, uma espécie de insatisfação entre os marujos revoltados, mas para conter a revolta, Colombo promete recompensas para quem  avistar as terras primeiro, encorajando-os  e detendo um começo de motim.
No dia 21 de outubro de 1492, dois meses após a partida de Palos, a expedição atinge a ilha que os indígenas davam o nome de Guaanami, Colombo a batiza com o nome de São Salvador, Ao achar as terras tão procuradas ele é nomeado “Dom Cristóvão”. 
Chegamos ao principal ponto desse trabalho: o contanto com o índio, ou melhor, nativo. O filme aborda, de inicio, um contato amistoso e mostra Colombo fazendo uma aproximação não violenta e cordial com os nativos, de modo que os índios os recebe com certa alegria, Colombo diz em suas cartas  que os nativos andavam  nus e descobertos, ele escreve que descobriu um paraíso na terra.
Sua viagem continua e começa a descobrir novas ilhas, que as batizou  Santa Maria de La Concepcion, Fernandina, Isabela, e Joana. Nesta última é a atual Cuba, e nela se constatou a existência de ouro.
Antes de voltar a Europa, a frota atingiu o norte do Haiti, que recebeu, de inicio, o nome de La Espanõla,  onde fundou o forte de Navidad. O colega de Colombo, capitão Pizon, fica doente com  uma forte febre, voltando para a Europa e dizendo para os índios que voltaria com mais deles, deixando na ilha 39 homens. Nesse momento, Colombo conversa com o chefe de uma tribo falando que iria trazer mais pessoas. O chefe contesta a esse respeito e colombo reafirma dizendo que tais homens trariam a palavra de Deus.
É fácil perceber duas forças que motivaram à colonização do novo mundo, a força da igreja católica que influenciava os reis católicos da Espanha a introduzir o catolicismo, com a ajuda dos jesuítas, que vinham  junto com os colonos, para catequizar os índios, a igreja que vinha converter o índio, a cultura e aos costumes dos Europeus, para melhor domesticá-los, e usá-los como força de trabalho.
  O outro motivo para a exploração das novas terras era ainda maior, era de força econômica, pois a Espanha precisava de ouro e prata, e com o achado do novo mundo a Espanha ficou seduzida, a fazer a exploração das novas terras descobertas por Colombo, lembrando que e neste período em que o sistema econômico era o mercantilismo, que tinha como base a reservas de metais preciosos ouro e prata.
Com o achado do novo mundo por Colombo a Espanha mais tarde tornar-se-ia uma potencia econômica com grande quantidade de ouro e prata, vindos do novo mundo, essa colonização de exploração ficou conhecida como a colonização da “espada e da cruz”, pois foi feita pela espada, ou seja, pela violência, e pela cruz, que e a religião.
Cristovão Colombo é recebido com grande alegria e euforia na Espanha por ter achado as supostas ilhas perto da China Pizon morre de febre.
Ocorre um jantar com a realeza e Cristóvão mostra o que conseguiu e fala como é o ambiente e mostra os índios que vieram com ele e o ouro doado por eles.
Cumprindo o que prometera, Colombo prepara uma segunda expedição; esta, bem maior, com 1500 homens, 17 navios. Nomeia seus irmãos como governadores das ilhas.
 Preocupado com as inimizades da corte, Colombo se preocupa com sua família deixando seus filhos aos cuidados da rainha. De volta à ilha onde tinha deixado seus marujos, encontrou todos, mortos, mas Colombo mantém um contato amistoso, pois precisava dos índios para continuar  fazer o que deveria: a construção do forte e de uma vila. A primeira construção a se levantar foi a igreja. Aos poucos ia se formando, com certo progresso, o novo mundo. Os índios foram  usados como escravos para os europeus explorando o ouro para eles.
Aos poucos o europeu vai impondo ao índio sua cultura, língua, religião e tecnologia de forma agressiva e violenta.
Sem cairmos nos radicalismos da Leyenda Negra, que atribuía aos espanhóis as maiores atrocidades na América, não se pode negar que o comportamento dos conquistadores foi sempre violento: matou milhares de indígenas, saqueou suas riquezas, explorou sua força de trabalho, desestruturou o mundo nativo mediante uma conquista que não foi unicamente militar, mas também religiosa, econômica, cultural e política. (OSCAR, 2000, P.105).
Tais atrocidades foram retratadas quando Dom Adrian corta a mão do índio por não ter achado ouro, causando uma revolta entre eles começando a matar os colonos, causando mais e mais desavenças Dom Adrian é preso e condenado, mas consegue fugir e coloca fogo em algumas casas, causando divisão e conflitos entre Dom Colombo e Dom Adrien nesse conflito, com a vitória de  Dom Colombo, ele pune os traidores e revoltosos com a morte.
Apesar de Colombo ser uma pessoa diplomática com os índios, os espanhóis em geral não eram e se julgavam superiores aos nativos. Talvez por isso a  colonização do Europeu foi sempre feita por meio de muitos confrontos..
A conquista espanhola não se concretizou de maneira igual na região onde Colombo desembarcou.
Nas regiões onde viviam sociedades indígenas portadoras de culturas primitivas, as populações nativas foram expulsas ou massacradas por que seu fraco potencial de trabalho e a ausência de excedentes de produção tornavam esses grupos inadequados aos interesses dos conquistadores. Essa modalidade de conquista ocorreu nas Antilhas, Argentina e Uruguai, além de outras áreas de colonização européia na América.
(OSCAR, 2000, P. 104).
Percebemos a falta de sucesso de Colombo no inicio da colonização. Isso porque criou uma colônia na região de cultura primitiva. Ao longo da história, nas regiões onde os espanhóis encontraram os indígenas de médias e altas culturas, como os incas, astecas e maias, nesses povos foram utilizados outros meios para explorar o indígena, baseado na servidão coletiva, onde os índios eram obrigados a trabalhar para manter o sistema de exploração de ouro e prata para mandar essas riquezas a Espanha, a conquista se fez pela subjugação dos ameríndios.
Aos poucos Colombo vê que é cada vez mais difícil construir um novo mundo. Chega uma forte tempestade à ilha, Utapan, seu tradutor indígena, vendo que o homem branco não quer ser amigo e sim explorá-lo, o deixa, A grande tempestade cai. Depois da forte chuva chega a ilha Dom Francisco de Bobadilha, e se torna o novo vice-rei das Índias Ocidentais Colombo se sente livre para procurar o outro continente. Porém, outro já o havia feito, o italiano Américo Vespúcio, Colombo volta à Espanha, permanece preso temporariamente em costela, 1501 ele ficou preso por sua falta de sucesso, como administrador colonial, nunca mais foi devolvida a autoridade política e ficou apenas com o titulo de almirante, e foi gradualmente despojado do monopólio da exploração ocidental, e depois ficou livre por ordem da rainha, durante o período que permanece na prisão ele revê seus filhos Diego e Fernando.
Colombo se reencontra com a rainha Isabel de costela e diz que tem vontade de voltar para o continente para explorá-lo. A rainha permite que ele volte, mas sem os irmãos, e que não podia ir às outras colônias, ele volta a sua casa e reencontra sua esposa e não acredita, que nenhum outro homem a tenha tirado.
Novamente Colombo vai à Universidade de Salamanca para uma reunião, no qual estudiosos falam, que sempre defenderam a teoria da existência de territórios desconhecidos no ocidente, e que a nova rota para as novas terras estava estabelecida, pelo reino da Espanha, e que o continente foi descoberto por um marujo cujo nome era “Américo Vespúcio”.
Assim, a Espanha reconhecia apenas Vespúcio como o descobridor que, influenciado por Sanchez,  nobre da corte, não queria ver Colombo como o descobridor, mas que  reconhece que se alguém lembrar dele na história será por causa de Colombo.
Por fim, em 1502, Colombo zarpou com Fernando, seu filho, em sua última viagem ao novo mundo; aportaram no Panamá, e ainda revelou à existência de um novo mar, o Oceano Pacífico. A biografia que Fernando escreveu sobre seu pai restaura o nome de Colombo ao seu lugar na história.
REFERÊNCIAS
OSCAR, Aquino Jesus. História das Sociedades Americana. 7. Ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Passamos em Olinda. no ultimo dia 03/12/2014 com os alunos do MHS Uma das cidades históricas mais importantes do Brasil e declarada pela Unesco como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.
, quando fomos no Museu de lá, o nosso guia J.J contou uma história super interessante :
"Os casarões do Brasil Colonial possuíam um telhado formado por linhas de telhas de barro sobrepostas. Chamado eira, a beira e a tribeira , que serviam não só como adorno, mas também para distinguir as diferentes classes sociais dos proprietários. Quanto mais detalhes, mais rico o dono da casa.
As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado, então construíam somente a tribeira."
Daí vem o ditado popular: fulano não tem eira e nem beira, ou seja, fulano é um pobretão,ahhaha.
Abaixo vê-se o beiral com as três formações de telhas que significavam : Eira-Dinheiro,Beira-Terra, Tribeira- Poder. Daí o significado de um homem pobre; sem eira nem beira e nem tribeira.
As casas de famílias de posses tinham três níveis de beiral, a eira, beira e a tribeira. Como dá para ver nas fotos. As casas remediadas tinham dois níveis, beira e tribeira e os pobres, só a tribeira.
Daí o significado do ditado que ‘sem eira nem beira’ pra quem é pobre
Livro: História da Riqueza do Homem – Autor: Leo Hubernan

 "A Historia da riqueza do homem" é livro que, ao final, proporciona uma idéia geral do surgimento das primeiras teorias econômicas. Ao longo da leitura o autor vai relacionando o surgimento das teorias com a história mundial, até o grande crash da bolsa americana, no ano 1929. Leitura facil.

 Documentário: Inside Job (Trabalho Interno)

“Eu diria que um documentário que é fundamental para a gente entender a crise na economia atual é Inside Job. O filme foi lançado há três anos e foi premiado em nível internacional. O documentário revela verdades incômodas da pior crise já vista desde 29 e mostrou o lado até então desconhecido para muitos de Wall Street. Já um livro que fez minha cabeça até certo ponto para me induzir a fazer economia é História da riqueza do Homem. Foi escrito nos anos 70.”

 "Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, "Inside Job - A Verdade da Crise", mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade. Narrado pelo actor Matt Damon e realizado por Charles Fergunson, este é o primeiro filme que expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. A catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos."

 https://vimeo.com/39018226

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

AULA DE CAMPO DO ENSINO DE HISTÓRIA
Fotos com meus alunos do 9º e 8º ano da escola MHS no pátio da Igreja da Sé em Olinda no dia 03/12/2014 ( aula de campo )
aula ministrada sob a orientação do professor:
Ellington Alexandre

O ensino de História deve desenvolver nos educandos uma formação consciente das relações sociais econômicas e culturais devendo assumir,   abordagens criticas que proporcione aos nossos discentes e docentes compreender de uma forma clara, constitutivas  um determinado local a ser visitado.


A aula de campo apresenta-se como uma possibilidade para alcançar os objetivos propostos pelas Diretrizes curriculares do ensino de história, sendo relevantes  o tema sugerido  pelos professor e alunos o local a ser visitado e tipos das  atividade as serem trabalhadas na devida aula. São objetivos na hora da interatividade fomentar o debate sobre a aula de campo com os recursos a serem utilizados como fotos fichas entrevistas comentários do professor ou guia. Além do conteúdo trabalhado em sala de aula.pelo professor.

O aluno deve entregar ao professor um relatório com anexos das fotos obedecendo passo a passo toda a programação de visitas além do comentário oral do seu professor ou guia ( texto ) com laudas informada pelo professor.
 


 Observação : O PROFESSOR deve fazer uma aula anterior  de reconhecimento dos locais a serem visitados, mostrando os pontos principais para que os alunos tenham uma noção do ambiente.que irão visitar,


Sinopse:

 Foi Pedro Álvares Cabral quem, de fato, descobriu o Brasil, ou os fenícios teriam estado por aqui antes dele? Cabral teria chegado ao Brasil por acaso, ou já conhecia descrições da costa brasileira? Quem primeiro oficiou funções religiosas aos nossos índios: Henrique de Coimbra ou sacerdotes da Mesopotâmia? Quais os primeiros mineradores a explorar ouro e pedras preciosas no Brasil: portugueses ou engenheiros egípcios? Ficaria a lendária Ilha das Sete Cidades, uma espécie de novo Éden que os romanos tanto buscavam, nos Açores, nas Antilhas ou nas costas do Piauí? Perguntas como essas são abordadas em Antiga História do Brasil — de 1100 a.C a 1500 d.C, obra de excepcional valor como fonte de estudos sobre a descoberta e colonização do Brasil por povos antigos, considerada um verdadeiro desafio lançado aos pesquisadores pelo historiador austríaco Ludwig Schwennhagen, cujas teses têm despertado o apoio de órgãos do governo, e o interesse de leitores comuns que a vêem como uma instigante literatura que poderá reformular a História do Brasil.
Com base em manuscritos, documentos e análises de inscrições petroglíficas encontrados no norte e nordeste brasileiros, ao pesquisar durante anos a origem da língua tupi, Ludwig se diz convicto de que os fenícios chegaram aqui primeiro e habitaram o Piauí, há 3 mil anos atrás, dando início a época civilizatória brasileira. Ao tomar este livro às mãos, certamente o leitor se fará muitas perguntas, pois a História está registrada nos compêndios, mas o tempo tem demonstrado que suas verdades podem um dia ser totalmente reformuladas.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Série Operação Condor: polêmica morte de João Goulart/ ''Dúvidas sobre a morte de Jango só aumentam''. Entrevista especial com Lucília de Almeida Neves Delgado



"Se Jango de fato morreu de um problema cardíaco, por que não se fez a exumação e a biopsia? Por que essa resistência tão grande de anos e anos para se analisar seus restos mortais? A ausência de autópsia é mais um dado que sugere que sua morte não foi natural, porque se tivesse sido natural, para o respaldo do próprio governo militar à época, deveria ter sido feita a exumação de seu corpo", avalia a historiadora.













    















      














































sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Doc: O Sol (Completo e Dublado) // Discovery Channel

A origem do planeta terra - documentário COMPLETO

A História do Mundo em Duas Horas




Uma rápida viagem de duas horas, especial inédito do History mostra o que de mais importante aconteceu do surgimento do Universo até os dias atuais.

O Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos e essa grande explosão de massa cósmica deu origem ao Universo. Estima-se que a Terra tenha surgido há cerca de 4,6 bilhões de ano e era um ambiente inóspito, mas os primeiros rastros da existência humana datam de 4.000 a.C. É uma história bem longa, mas o History vai contá-la de forma dinâmica, em 120 minutos, no especial "A História do Mundo em Duas Horas".

O especial, dos mesmos produtores de "O Mundo sem Ninguém", apresenta um apanhado desde a criação do Universo ao surgimento da vida no planeta, dos progressos atingidos pelo homem desde a Idade a Pedra à atual expansão tecnológica, do aparecimento das primeiras civilizações ao mundo globalizado.

A idéia de "A História do Mundo em Duas Horas" é demonstrar de forma dinâmica como há correlação entre todos os grandes acontecimentos históricos. Não haveria raça humana não fossem os macacos, que por sua vez são não teriam existido sem as bactérias, uma das primeiras formas de vida de que se tem notícia no planeta. Não poderia haver globalização não fossem as viagens marítimas nos idos de 1.500. E não conheceríamos o computador sem a descoberta da eletricidade por Benjamin Franklin em 1752.

Sobre a teoria do Big Bang ou A Grande Explosão

A teoria do Big Bang é de autoria do cientista russo, naturalizado americano, George Gamow, e do padre e astrônomo belga Georges Lamaîtres e estabelece que uma grande explosão cósmica ocorrida há 13.7 bilhões de anos deu origem ao que conhecemos como espaço/tempo. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias. A teoria do Big Bang apóia-se na teoria da relatividade de Albert Einstein e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble e Milton Humanson.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

OS NOSSOS VERDADEIROS ANCESTRAIS.


                           

Nossos ancestrais eram canibais?

Cientistas admitem que antepassados do homem moderno praticavam a antropofagia. Falta compreender o por quê

(C) MAURICIO ANTON/SPL/LATINSTOCK

É provável que mulheres, homens e crianças tenham servido de alimento a outros humanos na região de Serra de Atapuerca, na Espanha, há 800 mil anos

O arqueólogo britânico Paul Bahn costuma dizer com ironia que a prática do canibalismo na pré-história é uma hipótese difícil de engolir. Trata-se de um assunto delicado, um tabu, pois é difícil para nosso senso de ética assumir ancestrais antropófagos na árvore genealógica. Difícil também é o trabalho dos pesquisadores em identificar e catalogar os objetos de pesquisa, uma vez que são raros e sempre discutíveis, ou seja, são mais indícios do que provas formais.

Entre as evidências consideradas fracas estão as marcas de mordidas humanas em restos humanos. Seriam fruto de atos de canibalismo. Nos cemitérios de Zhoukoudian, na China, de Steinheim, na Alemanha, e no monte Circeo, na Itália, crânios com um furo no osso occipital (na região da nuca) suscitam uma outra questão: o cérebro teria sido retirado para servir de refeição?

Por outro lado, entre os indícios considerados como provas estão os ossos humanos quebrados e os que possuem traços de descarnamento, às vezes em parte calcinados e misturados a resíduos de origem animal. “A origem dessas práticas parece (...) bastante recuada no tempo. As ossadas humanas mais antigas que conhecemos na Europa, encontradas no sítio arqueológico de Gran Dolina, em Atapuerca, norte da Espanha, têm aproximadamente 800 mil anos, estavam misturadas a restos de animais e possuem marcas de decapitação, estrias de corte e fraturas provocadas pela ação humana, particularmente na região da medula óssea. Mulheres, homens e crianças provavelmente foram consumidos por outros humanos”, afirma Marylène Patou-Mathis, pesquisadora do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), na França, e especialista em pré-história.

Outros exemplos são do período Paleolítico, como o crânio quebrado do Homo erectus de Tautavel, encontrados na parte oriental dos Pireneus, em território francês, com idade estimada em 450 mil anos. Ainda existem muitos casos relacionados ao homem de Neandertal: “Entre 100 mil e 120 mil anos, seis neandertais, inclusive uma criança de 6 ou 7 anos e um adolescente de mais ou menos 15 anos, foram despedaçados como um animal caçado na região de Baume Moula-Guercy, em Ardèche”, diz Marylène Patou-Mathis. Podem-se citar também 12 espécimes encontradas em El Sidrón, na Espanha, com idade de 50 mil anos, ou os 13 neandertais descobertos na cidade de Krapina, na Croácia.

                                                               
                                                 (C) JOHN READER/SCIENCE PHOTO LIBRARY/LATINSTOCK

Ossadas com marcas de corte encontradas na região do rio Caves, África do Sul, podem representar indícios de canibalismo

Entre os primeiros Homo sapiens também há evidências de canibalismo. Nas grutas do rio Klasies, na África do Sul, foram encontrados ossos humanos com cerca de 80 mil anos de idade, quebrados, queimados e com sinais de descarnamento. Em Maszycka, na Polônia, foram encontrados 16 maxilares que remontam ao período Magdaleniano (17 mil a 10 mil anos), aparentemente decapitados e desarticulados. Todos esses homens teriam sido devorados.

Às vezes, os indícios de canibalismo podem ser confundidos com um sepultamento em duas etapas: o depósito do corpo até a fase de decomposição e, depois, o enterro definitivo dos restos. Em Buran-Kaya, na Ucrânia, em um sítio arqueológico do período Paleolítico superior (cerca de 32 mil anos atrás), uma diferença nas marcas do corte entre os ossos de animais e os ossos humanos leva Sandrine Prat, do CNRS, a acreditar mais na existência de um ritual post mortem do que na prática antropofágica.

Segundo Paola Villa, da Universidade do Colorado (EUA), e Jean Courtin, do CNRS, quatro condições devem ser levadas em consideração para distinguir um sepultamento de um ato de canibalismo: um relatório do estado inicial de todos os indícios deve ser feito na pesquisa; o sítio não deve ter sofrido nenhuma mudança física; os restos humanos devem ser comparados aos dos animais, e as marcas que eles possuem devem ser muito bem analisadas. Um estudo experimental feito em conjunto por pesquisadores da Inglaterra e da Espanha, em 2010, buscou caracterizar a tipologia exata dos traços deixados por uma mandíbula humana nos ossos, e assim identificar melhor os casos de antropofagia.

Mesmo quando há provas de canibalismo, outra dúvida persiste: seria um simples ato alimentar ou um ritual? A etnologia oferece um campo de suposições aos estudiosos. Recentemente praticado por vários povos, dos iroqueses (tribo indígena norte-americana) aos samoiedas (que viviam na Eurásia), dos astecas (México) aos fores (habitantes da Papua-Nova Guiné), tanto o exocanibalismo (ato de comer um indivíduo morto em combate no intuito de apropriar-se de sua força) quanto o endocanibalismo (ato de comer um membro do próprio clã) são, salvo exceções, rituais. “A existência de um canibalismo ritual no período Paleolítico talvez seja verossímil, mas impossível de ser demonstrada”, garante André Leroi-Gourhan, especialista em pré-história, que vê no caso particular de Krapina uma antropofagia puramente alimentar, quase sistemática. Opinião contrária tem Marylène Patou-Mathis, que vê nesse caso um canibalismo ritual, à imagem daquele – muito codificado e muito social – praticado quase universalmente por povos contemporâneos ou recentes. “Alimentar ou ritual, o canibalismo não retira nem acrescenta nada à humanidade dessas populações pré-históricas”, conclui Marylène.